Ano 05 - Número 63 - Boa Saúde/RN – Junho de 2009
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UM LUGAR QUE PRECISA SER PRESERVADO
Foto ilustrativa- Fonte Internet
Há 94 anos, no dia 02/04/1915, na fazenda Jenipapo no município de Santo Antônio/RN, nasceu Manoel Teixeira de Souza (Nezinho de Souza), filho de Manoel Joaquim de Souza (Neco de Sinhá)e Antônia Augusta da Souza.
Depois da infância e adolescência em Jenipapo veio para a fazenda Bom Pasto no atual município de Serrinha e, a partir dos 25 anos de idade, em 1940, passou a residir em Boa Saúde depois do seu casamento com Erotides Lúcio de Souza.
Residiu em Boa Saúde durante 48 anos e passou a fazer parte da sua história como a pessoa estimada que era e, como a principal liderança política das décadas de 1950 e 1960 e início dos anos 70. Ainda hoje, ele é lembrado pelas pessoas que o conheceram, como um homem simples, que gostava muito de servir e ajudar ao próximo.
Como liderança política, Nezinho de Souza foi muito atuante, desde quando Boa Saúde era distrito de São José de Mipibu, tendo exercido a função de vereador e o cargo de Sub-Prefeito do distrito de Boa Saúde em 1946.
Juntamente com Antônio Augusto de Souza e com Manoel Ribeiro de Andrade, liderou o movimento pela emancipação política de Boa Saúde, resultando na criação do município em 11/12/1953. Foi o primeiro prefeito eleito de Boa Saúde no período de 01/02/1955 a 31/01/1960 e, em seguida elegeu como seu sucessor Manoel Ribeiro de Andrade. Exerceu um segundo mandato de prefeito no período de 31/01/1965 a 31/01/1970 e, como seu sucessor elegeu José Aldo Barbalho.
Durante esse período, os principais adversários políticos do grupo que se manteve no poder foram: Severino Dia de Paiva (seu Bidu), candidato a prefeito em 1954 e sua filha Aliete de Medeiros Paiva, candidata nas eleições de 1959, 1965 e 1969 e, finalmente, eleita prefeita nas eleições de 1972, como candidata única apoiada pelo grupo que sempre teve como opositor.
Nezinho de Souza faleceu aos 73 anos de idade, no dia 15/11/1988, em Boa Saúde, um dia de eleições municipais.
Monsenhor Expedito Medeiros
Algumas medidas que a população pode tomar para combater o mosquito da dengue:
- Evitar água parada e sempre que possível, esvaziar e escovar as paredes internas de recipientes que acumulam água.
- Manter totalmente fechadas cisternas, caixas d'água e reservatórios provisórios tais como tambores e barris.
- Furar pneus e guardá-los em locais protegidos das chuvas e guardar latas e garrafas emborcadas para não reter água.
- Limpar periodicamente, calhas de telhados, marquises e rebaixos de banheiros e cozinhas, não permitindo o acúmulo de água.
- Jogar quinzenalmente desinfetante nos ralos externos das edificações e nos internos pouco utilizados.
- Drenar terrenos onde ocorra formação de poças d’agua e encher com areia poços desativados ou depressões de terreno.
- Manter fossas sépticas em perfeito estado de conservação e funcionamento.
- Colocar peixes barrigudinhos em charcos, lagoa ou água que não possa ser drenada.
- Não despejar lixo em valas, valetas, margens de córrego, riachos e rios, mantendo-os desobstruídos.
-Não cultivar plantas em vasos com água.
Receita caseira de combate ao mosquito da dengue:
A bióloga Alessandra Laranja, pesquisadora do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas da Universidade Estadual de São Paulo, em testes realizados em laboratório comprovou que a borra de café - que fica depositada no coador, é uma arma muito eficiente contra o mosquito transmissor da dengue. A borra depositada nos pratinhos de vasos de plantas impede que o mosquito transmissor da dengue ponha seus ovos.Para fazer a solução que pode ser aplicada em pratos, plantas ou até mesmo jardins e hortas que acumulem água você vai precisar de 2 colheres das de sopa de borra de café misturadas em meio copo de água. A borra de café também pode ser usada diretamente sem a diluição em água.
O Governo Federal no dia 28/01/2009 anunciou a inclusão de mais 1 milhão e 800 mil famílias no Programa Bolsa Família. O escritor e frade dominicano Carlos Alberto Libânio Christo, o Frei Betto, é amigo dos mais próximos do presidente Lula desde as grandes greves do ABC Paulista, no final dos anos 70. Frei Betto fez parte da equipe do Presidente Lula e ajudou a planejar o Fome Zero, criado logo após a posse, mas trocado depois pelo Bolsa Família. Hoje, fora do governo, Frei Betto, no jornal Estado de São Paulo, criticou a mudança dizendo que o governo "trocou um projeto de nação por um projeto de poder". Para ele: "O Bolsa Família é uma política de governo e não uma política de Estado". E diz mais: "O Bolsa Família melhorou as condições sociais de milhares de pessoas que viviam na miséria. Porém, a proposta do Fome Zero era mais abrangente e possuía caráter emancipatório. Não conheço outra política pública na história do Brasil que tenha provocado tanta empolgação na opinião pública. O Bolsa Família tem aspectos positivos, mas possui caráter compensatório. Até hoje não se descobriu a porta de saída das famílias que dele dependem". O que acontece com o Bolsa Família é que as famílias beneficiadas permanecem na dependência do Programa. Até quando o governo vai continuar dando o peixe sem ensinar a pescar?